BROMÉLIAS PODEM AJUDAR NA PROLIFERAÇÃO DO AEDES AEGYPTI EM ÁREAS URBANAS

O panorama entomológico em Santa Catarina tem passado por mudanças significativas nos últimos anos. De acordo com os dados do Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), os depósitos naturais deixaram de figurar entre os principais focos de reprodução do mosquito. No entanto, plantas que acumulam água, como as bromélias, passaram a receber atenção especial.

Em seu habitat natural, a bromélia dificilmente se torna um criadouro do Aedes aegypti, já que o mosquito se adaptou principalmente ao ambiente urbano. Porém, quando cultivada fora de seu ecossistema original, a planta pode sim se transformar em um ponto de proliferação do vetor da dengue, chikungunya e zika vírus.

Diante disso, é fundamental adotar estratégias que respeitem as normas ambientais, mas que também contribuam para o controle da proliferação do mosquito.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), em parceria com o Programa de Controle da Dengue de Araranguá, reforça as diretrizes nacionais de prevenção e controle da dengue. A principal recomendação é evitar o cultivo de bromélias em áreas urbanas, dando preferência a plantas que não acumulem água.

Para quem já possui bromélias em casa, a orientação é retirá-las. Além disso, é essencial manter a vigilância constante sobre outros possíveis criadouros, como pneus, garrafas, caixas d’água, vasos de plantas e calhas.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O panorama entomológico em Santa Catarina tem passado por mudanças significativas nos últimos anos. De acordo com os dados do Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), os depósitos naturais deixaram de figurar entre os principais focos de reprodução do mosquito. No entanto, plantas que acumulam água, como as bromélias, passaram a receber atenção especial.

Em seu habitat natural, a bromélia dificilmente se torna um criadouro do Aedes aegypti, já que o mosquito se adaptou principalmente ao ambiente urbano. Porém, quando cultivada fora de seu ecossistema original, a planta pode sim se transformar em um ponto de proliferação do vetor da dengue, chikungunya e zika vírus.

Diante disso, é fundamental adotar estratégias que respeitem as normas ambientais, mas que também contribuam para o controle da proliferação do mosquito.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), em parceria com o Programa de Controle da Dengue de Araranguá, reforça as diretrizes nacionais de prevenção e controle da dengue. A principal recomendação é evitar o cultivo de bromélias em áreas urbanas, dando preferência a plantas que não acumulem água.

Para quem já possui bromélias em casa, a orientação é retirá-las. Além disso, é essencial manter a vigilância constante sobre outros possíveis criadouros, como pneus, garrafas, caixas d’água, vasos de plantas e calhas.

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